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18
mar

Japonês Toyo Ito ganha o prêmio Pritzker, o "Nobel da arquitetura"

Foi anunciado ontem dia 17  de Março o vencedor do Prêmio Ptitzker considerado o Oscar da Arquitetura, o grande vencedor de 2013 foi o Arquiteto Japonês Toyo Ito de 71 anos. O anuncio foi feito pelo Presidente da  Hyatt Foundation Thomas J. Pritzker.

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O Arquiteto Toyo Ito foi definido pelo Juri como “criador de edifícios atemporais, que funde seu design com uma dimensão espiritual, cuja poética transcende todo seu trabalho”.

[spacer size=”10″] [quote style=”3″]”Arquitetura é construída por várias limitações sociais. Eu tenho feito arquitetura tendo em mente que seria possível fazer mais espaços confortáveis se nos libertássemos de todas as restrições, por pouco que seja. No entanto, quando um edifício é concluído, eu fico dolorosamente consciente da minha própria inadequação, e isso se transforma em energia que desafia meu projeto seguinte. Provavelmente, esse processo continuará se repetindo no futuro. Portanto, eu nunca ajustarei meu estilo arquitetônico e nunca me contentarei com meus trabalhos”[/quote] [spacer size=”10″]

Acompanhe trecho da matéria publicada no Jornal Folha de São Paulo

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Toyo Ito começou a trabalhar em 1965 na Kiyonori Kikutake & Associates após sua formatura, em Tóquio. Seis anos depois, fundou o próprio estúdio, Urban Robot –que virou Toyo Ito & Associates, Architects no fim dos anos 1970.

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Torre dos Ventos de Toyo Ito Yokohama - Japão

A Torre dos Ventos (1986), em Yokohama, no Japão

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Concebeu de simples casas em formato de U a estádios que lembram serpentes. O arquiteto considera a estrutura semitransparente da Sendai Mediatheque, no Japão, um de seus trabalhos preferidos. Mas Ito é conhecido também pelo prédio Tod’s Omotesando, em Tóquio, que é coberto por uma camada branca que serve como uma “segunda pele”.

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“A arquitetura é limitada por vários impedimentos sociais. Desenhei meus projetos com o pensamento de que seria possível criar mais espaços confortáveis se nos libertássemos de todas as amarras mesmo por um instante”, disse o arquiteto após o anúncio do prêmio. “Contudo, quando meu edifício é finalizado, desperto dolorosamente para minha inadequação. E isso se transforma em energia para o próximo projeto.”

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